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EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA: OS DIFERENCIAIS DE UMA INSTITUIÇÃO QUE INVESTE EM ENSINO TECNOLÓGICO

Atualizado: 18 de jan. de 2023

Não faz muito tempo que as salas de aulas eram feitas por lousas de giz, professores e alunos. Em geral, os materiais utilizados ali eram papéis, lápis e borracha. Nada de aparelhos eletrônicos. Hoje, tudo mudou. A tecnologia está mais presente do que nunca e veio para facilitar o ensino, ajudar os professores e trazer mais engajamento dos alunos.


A combinação de educação e tecnologia desempenha um papel crucial no fornecimento de formas novas e inovadoras de apoio a professores, estudantes e ao processo de aprendizagem de forma mais ampla.


Como sabemos, a maioria dos alunos de ensino médio têm um smartphone, este que muitas vezes é motivo de broncas nas salas de aula. Mas sabia que ele também pode ser um aliado para a educação? Afinal, investir em ensino tecnológico é uma forma de garantir avanço na sala de aula. Neste texto você confere algumas dicas de como a tecnologia causa impactos positivos na educação. Confira!




O ensino híbrido como nova proposta

Com a disseminação do COVID-19, mais de 180 países ordenaram o fechamento temporário de escolas, deixando 1,6 bilhão de crianças e jovens fora da escola em seu auge e afetando aproximadamente 85% das crianças em todo o mundo. Com isso, veio o ensino híbrido para que o impacto não fosse tão grande.


A tecnologia desempenhou e continua desempenhando um papel essencial para proporcionar educação aos alunos fora da escola. É louvável que todos os países conseguiram implantar tecnologias de aprendizado remoto usando uma combinação de TV, rádio, internet e plataformas móveis. Entretanto, muitas crianças em países de baixa renda não participaram do aprendizado remoto.


Cerca de um terço desses países relataram que 50% das crianças não participaram do ensino remoto, de acordo com uma pesquisa conjunta da UNESCO, UNICEF e World Bank Group.


A pandemia também levou a perdas significativas no aprendizado. O fechamento de escolas e o acesso limitado ao aprendizado remoto significa que a pobreza no aprendizado provavelmente piorará de 53% para 63%, especialmente em países de baixa renda, se não forem tomadas intervenções de remediação.


Por isso, os sistemas educacionais devem se adaptar. Mas como fazer isso? Continue a leitura para saber mais.


Ofereça uma plataforma digital de eletivas para o seu novo ensino médio


O que atrai maior atenção de um adolescente: um jogo dinâmico e interativo ou um professor falando e escrevendo em uma lousa? A primeira opção parece ser a resposta. Então, como engajar alunos que não apresentam tanto interesse no modelo tradicional das aulas? O engajamento pode vir com gamificação, por exemplo. O termo se trata de fazer atividades que não sejam jogos, com elementos de jogos.


Ou seja, você ensinará de uma forma mais divertida e dinâmica, além de garantir mais protagonismo dos alunos. A utilização de computadores, tablets e até smartphones deixará esta atividade mais interessante aos estudantes, pois será uma forma diferente de apresentar o conteúdo.


Além de jogos, apresentar conteúdos que preparem os estudantes para o futuro, mostrando que há diferentes caminhos além dos apresentados nas metodologias tradicionais, faz com que os alunos vejam novas perspectivas.


Ter cursos que preparem os seus estudantes do novo ensino médio para a vida, o futuro e o mercado de trabalho de forma online e acessível é possível com a Nox. Oferecemos certificações para que os estudantes criem um caminho personalizado aos próprios interesses. Isso tudo com eletivas diversas alinhadas à BNCC, aprendizagem pelo celular e as seguintes trilhas pedagógicas:

  • Habilidades do futuro.

  • Carreiras de tecnologia.

  • Comunicação no mundo digital.

Garanta maior engajamento nas aulas com tecnologia


Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) mostraram que, no segundo semestre de 2021, cerca de 244 mil crianças e adolescentes entre 6 e 14 anos estavam fora da escola no Brasil. Essa realidade representa aumento de 171% em relação a 2019, quando o número era de 90 mil crianças longe das salas de aula.

Por isso, é essencial trazer novas propostas para brecar a evasão escolar. Com cursos personalizados e a ajuda da tecnologia, há a garantia de maior engajamento nas aulas e da diminuição destes números.


Embora o investimento em tecnologia nas salas de aula tenha aumentado, o aprendizado e os resultados não mudaram consideravelmente em muitos países. Um relatório da OCDE constatou que, quando se trata do impacto do uso do computador nas escolas, medido através do PISA, “o impacto no desempenho dos alunos é misto, na melhor das hipóteses”.

A experiência causada pela COVID-19, até o momento, destaca que ensinar e aprender remotamente não é o mesmo que pedagogia cara a cara. Muitos professores com acesso ao conteúdo eletrônico, por exemplo, o utilizam como qualquer outro livro didático para ler em sala de aula. O que seria o ideal, então? Alguns ajustes incluem:

  • Conteúdo mais curto e modular.

  • Conteúdo mais envolvente.

  • Educação de caráter lúdico.

  • Feedback contínuo.

  • Discussões em grupos menores online sobre questões mais abertas.

A educação, em si, é sobre as conexões e relacionamentos humanos. Embora nunca possamos substituir a magia que acontece entre grandes professores e alunos em um ambiente presencial, devemos nos concentrar nos aspectos sociais da tecnologia para melhorar as conexões à distância.


Muito mais atenção deve ser direcionada em como a tecnologia irá melhorar o ensino e a aprendizagem em um ambiente de aprendizado misto, alcançando os alunos, tanto na escola como em casa.


Aproxime os alunos a diferentes culturas


A implementação do ensino híbrido e remoto no novo ensino médio com o uso da tecnologia incentiva o conhecimento dos alunos sobre diferentes culturas. Afinal, com a internet não temos as barreiras da geolocalização. É possível ver como é a cultura de outros países por vídeos no YouTube, publicações, textos, notícias de jornais e muitos outros veículos e formas.


Essa aproximação também garante maior preparo para o mercado de trabalho. Entendendo sobre diferentes culturas, idiomas e como é o mercado de trabalho no mundo, abrem-se novas portas e horizontes.


E o que é mais inspirador para um aluno do que a oportunidade de trilhar diferentes jornadas? O papel da escola e de todo o time pedagógico é também este. Então, por que não adaptar as metodologias? Caminhos personalizados garantem que nenhum estudante fique de fora do ensino e traz mais engajamento nas aulas.


Se ficou curioso para saber mais sobre como unir forças para melhorar o ensino e metodologia da sua escola, entre em contato conosco!

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